Relação do lulo-petismo com ditaduras faz Brasil silenciar sobre massacre no Irã

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O lulo-petismo gosta de ditaduras sanguinárias. Uma coisa é o discurso, outra coisa é como eles agem quando estão no governo.
No papel, o lulo-petismo é a favor dos direitos das mulheres, defensor da diversidade e apoiador da democracia. Na prática, é amigo da ditadura que mata gays, relega mulheres a uma subcategoria de seres humanos e executa quem protesta contra o governo.
A juventude e comerciantes foram para as ruas combater a ditadura iraniana responsável pelo colapso da economia do país, que gerou uma inflação galopante que corrói a renda da população. Estimativas conservadoras apontam ao menos 600 mortes, mas há relatos de até 6.000 vítimas. E agora, o governo amigo do lulo-petismo decidiu executar manifestantes presos.
Até o momento, o governo brasileiro limitou-se a soltar uma nota protocolar lamentando as mortes e defendendo a soberania do país Um escárnio diante do massacre promovido pelo governo contra quem ousou ir às ruas defender uma vida melhor para a população do país.
É hora do lulo-petismo assumir suas posições com clareza: ou condenam o governo do Irã ou assumem o apoio à ditadura amiga que mata gays e maltrata mulheres. É um ou outro. A incoerência lulo-petista já passou dos limites. O Brasil não merece e não quer mais ser enganado assim.

Marconi Perillo, presidente do ITV (Instituto Teotônio Vilela) e ex-presidente nacional do PSDB

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