Rumo a um mundo sem armas nucleares
Aloysio Nunes Ferreira
Aloysio Nunes Ferreira
17 de Julho de 2017

No dia 7 de julho, a comunidade internacional deu um passo histórico com a adoção do texto do Tratado das Nações Unidas sobre a Proibição de Armas Nucleares, depois de um processo negociador cuja convocação não teria sido possível sem a liderança de um grupo formado por Brasil, África do Sul, Áustria, Irlanda, México e Nigéria.


A esses países, juntou-se a grande maioria dos Estados membros das Nações Unidas, que compreendeu o sentido humanitário da iniciativa e participou ativamente da conferência negociadora com ânimo construtivo e responsabilidade, de modo a preencher uma lacuna jurídica inaceitável na área do desarmamento.


As outras armas de destruição em massa já haviam sido proibidas por instrumentos jurídicos -as químicas e bacteriológicas-, mas faltava banir também as nucleares, únicas capazes de aniquilar a vida no planeta. Essa lacuna, que agora começa a ser superada, deixará finalmente de existir quando o novo instrumento chegar às 50 ratificações requeridas para sua entrada em vigor.


Leia a ÍNTEGRA DO ARTIGO, publicado no jornal "Folha de S.Paulo", em 17/07/2017

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