Saúde
Serenidade e disciplina na contenção do vírus
17 de Março de 2020
O mundo enfrenta a pandemia do novo coronavírus. Teve início na China, ainda em 2019, e se transformou em problema global, com efeitos distintos entre os países e entre regiões de um mesmo país. Tudo profundamente ligado à forma como cada um lidou com a doença e seu avanço sobre a população. Na contenção do surto, serenidade, disciplina e atenção às orientações das autoridades de saúde se mostraram eficientes. De outro lado, restou a negligência, sobretudo, com a coletividade.
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Isso vale para o Brasil. Por aqui, já sabemos que a epidemia ainda não atingiu seu pico. E, até por isso, podemos atuar agora para que essa curva seja o menos ascendente possível. A palavra de ordem é responsabilidade. Somos todos, governantes e população, responsáveis por evitar uma tragédia maior para a saúde pública. Devemos fazer a nossa parte. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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Governantes e autoridades sanitárias já se movimentam nesse sentido desde fevereiro. Estados e municípios atuam em parceria com o Ministério da Saúde para reduzir os danos da COVID-19. Primeiro, informando a população sobre os avanços da epidemia e as formas de prevenção, diagnóstico e tratamento. Mais recentemente, adotando medidas que, mesmo duras, tem o único objetivo de evitar a calamidade. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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Aos cidadãos, cabe seguir essas orientações. Evitar o contato, manter crianças afastadas de idosos e pessoas do grupo de risco, lavar e higienizar as mãos não são, neste momento, medidas que podem ser ignoradas. O sistema de saúde brasileiro não tem capacidade para atender um número elevado de doentes graves. Cumprir o que está sendo determinado é, portanto, uma questão absoluta de responsabilidade consigo e com a sociedade, em especial, com os idosos e pessoas de saúde já debilitada. É questão de empatia, de solidariedade, de espírito público.

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