PSDB
PSDB: um partido reformador, responsável, defensor da justiça social e longe dos extremos
08 de Dezembro de 2019

Um partido reformista, por convicção e prática, defensor da liberdade de iniciativa, do combate à burocracia e aos privilégios de corporações, da responsabilidade fiscal, mas também um partido que não abre mão da luta contra as desigualdades, da justiça social e do bem-estar comum. Este é o PSDB, em retrato confirmado neste sábado (07/12), pelo Congresso Nacional do partido.


Reunidos em Brasília, 700 delegados, governadores, prefeitos, jovens lideranças, parlamentares e militantes ajudaram a definir as teses-guias que serão seguidas pelos tucanos em posicionamentos sobre os temas mais relevantes da agenda nacional. De um processo amplo de consultas, que chegou a mobilizar meio milhão de pessoas, resultou o manifesto “Acima de tudo, a Democracia”, que sintetiza este novo momento do PSDB.


Leia AQUI o manifesto
Leia AQUI as teses-guias


“O PSDB vai encontrar no centro a possibilidade de ter interlocução com equilíbrio e serenidade, em busca de soluções para o país. O PSDB não participará de extremos. Vamos discutir com todo e qualquer espectro da política no sentido de construir, respeitando diversidades e exercendo protagonismo naquilo que sua base e crença apoiam”, afirmou o presidente nacional do partido, Bruno Araújo.


Confirmando o DNA reformista do PSDB, Araújo também garantiu que o partido vai apoiar a agenda econômica empreendida pelo atual governo. “Sabemos que a modernização da economia é essencial para melhorar a vida das pessoas com geração de emprego e renda e com diminuição da desigualdade”, disse.


Moderação e diálogo
Os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) reforçaram a opção pela moderação e o diálogo. “O PSDB é um campo democrático de centro liberal, que respeita e ouve as teses da esquerda e da direita. E se afasta dos extremismos. É um sentido novo. Por isso, um novo PSDB”, afirmou Doria. “Essa nova sintonia do nosso partido está ligada ao povo”, completou.


O governador de São Paulo também afirmou que o PSDB sairá fortalecido das eleições municipais de 2020, longe do populismo e sempre dialogando. Ele defendeu ainda a maior participação dos jovens e das mulheres na política. “Por favor, povoem o PSDB de jovens e mulheres para garantir o futuro. O jovem garantirá inovação porque não tem medo de mudar”.


Eduardo Leite pediu aos tucanos que tenham equilíbrio, ainda que essa postura não tenha tanto apelo quanto os posicionamentos mais radicais. “Nós já temos problemas demais para criarmos novos. Vamos todos nós ter a ousadia da ponderação. Enfrentar esse radicalismo não é ficar em cima do muro. Estar ao centro tem a ver com entender que a gente pode admitir ideais boas de quem pensa diferente.”


Leite ponderou que o Estado tem seu papel em cuidar da vida das pessoas e garantir emprego, oportunidade e renda. Defendeu ainda a democracia e o diálogo. “Preciso governar para quem não votou em mim, tenho que entender a agenda do outro e fazê-lo entender a minha. Temos que parar de procurar um culpado e de cultivar o ódio. A grande força do Brasil está na nossa diversidade”, reforçou o governador gaúcho.


Mulheres e jovens
“Para revitalizar a democracia interna é preciso permitir que mais mulheres possam participar das eleições”, ressaltou a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra. “A gente não quer só aparecer na televisão, a gente quer ter voz e poder opinar”, acrescentou. “A democracia é o único caminho possível para reconstruir o país.”


A prefeita ponderou que a representatividade feminina no Brasil é muito menor que em outros países, inclusive da América Central e que é necessário observar as diferenças que existem país afora. “É sempre bom conseguir enxergar cada recanto e cada lugar de uma forma diferente.”


Recém selecionada para o programa Jovens Líderes, Raquel Lourinho, abriu a etapa política do Congresso. Ela falou da importância do incentivo à participação do jovem na política e ressaltou a iniciativa do partido de realizar um amplo processo de consulta a suas bases. “Pela primeira vez, as decisões estão vindo de baixo para cima, estão garantindo a representatividade de todos os filiados”, afirmou. Raquel também destacou a importância dos segmentos partidários – PSDB-Mulher, Tucanafro, Juventude e Diversidade – na garantia da representatividade e da voz de todos os tucanos.


A boa política
O presidente do Instituto Teotônio Vilela, deputado Pedro Cunha Lima (PB), ponderou que vivemos tempos difíceis na política, em função da radicalização e polarização. Entretanto, disse, o país tem problemas graves para resolver, como os altos índices de desemprego, a falta de saneamento e atenção às crianças. “Esses problemas, só a boa política pode resolver. Nem a velha, nem a nova política. A boa política”, afirmou.


Protagonismo
O líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha, lembrou o protagonismo do partido na aprovação das reformas estruturantes que vão garantir o equilíbrio fiscal, investimentos e empregos. “O PSDB faz a boa política”, disse, destacando a atuação das bancadas tucanas no Legislativo. “Participamos ativamente da agenda econômica para recuperar o país. Estamos fazendo a coisa certa, sabemos que as reformas são para o bem do Brasil”, concluiu.

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