Educação
'Pátria Educadora' deixa legado de programas abandonados e promessas não cumpridas
16 de Agosto de 2016
O slogan "Brasil, Pátria Educadora", lançado pela presidente afastada Dilma Rousseff como marco de seu segundo mandato, não poderia ser mais irônico para descrever a situação da educação brasileira após os 13 anos de governo do PT. Além das principais iniciativas da área, programas como o Ciência sem Fronteiras, o Pronatec e o Fies, terem sido sucateados e abandonados pela gestão petista, o setor foi profundamente afetado pela crise econômica, que levou a uma série de cortes no seu orçamento.

No começo deste ano, por exemplo, um decreto de limitação de gastos divulgado pelo governo federal cortou R$ 4,27 bilhões previstos para o Ministério da Educação. A gestão incompetente de Dilma Rousseff também deixou à deriva programas importantes como o Ciência sem Fronteiras. Criado com o objetivo de promover a internacionalização do ensino superior, por meio do intercâmbio de estudantes de graduação e pós-graduação, o projeto, que tinha a meta de enviar 100 mil alunos para o exterior até 2018, foi descontinuado por falta de verbas, deixando de oferecer novas bolsas em 2016.

Também usado como propaganda na campanha eleitoral de Dilma à reeleição, em 2014, o Pronatec, programa que deveria aumentar a oferta de cursos de educação tecnológica e profissional, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino médio, foi outro que sofreu um corte brusco. Em 2015, o número de vagas oferecidas foi 57% inferior ao de 2014. Dilma prometeu ainda abrir, até 2018, 12 milhões de novas vagas no programa. Depois, o número caiu para menos da metade, 5 milhões de vagas até 2019.

Atualmente, o Pronatec está paralisado por conta de mais uma ‘herança maldita' deixada pela gestão petista: a falta de recursos para dar continuidade ao projeto. É o mesmo caso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), destinado aos universitários de baixa renda que estudam em instituições privadas. O governo petista prejudicou milhares de alunos ao diminuir o volume de empréstimos, aumentar as taxas de juros e reduzir o prazo de carência para o pagamento do crédito estudantil.

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