Educação
Para a educadora Ilona Becskeházy, matriz curricular deve unir a sociedade em defesa da qualidade do ensino
09 de Junho de 2016
Durante mais de uma década, um corporativismo muito poderoso, mascarado de ideologia, ditou as diretrizes das políticas públicas para a educação, em detrimento do que realmente interessa à sociedade: qualidade. A partir dessa avaliação,  Ilona Beckskeházy, mestre pela PUC-RJ e doutoranda em Educação pela USP, entende que é o momento de a população apoiar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), "para fazer frente ao corporativismo, que não vai ficar parado".



Em entrevista ao Portal do ITV, a educadora diz que, apesar de haver grande resistência  dentro da academia, é preciso avaliar a qualidade do ensino a partir de padrões internacionais. No ranking do exame de avaliação PISA/2015, o Brasil foi o 60. entre 76 países.  "Aluno de elite no Brasil, quando vai para uma universidade de elite fora, apanha. A pessoa não está preparada no mesmo nível que seus pares." 

 

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