Inclusão Social
Programas de governos tucanos geram emprego e renda
16 de Março de 2017

A recessão econômica que o PT deixou de herança ao Brasil ajudou a agravar o quadro do desemprego no país. Mais de 12 milhões de brasileiros não têm uma atividade remunerada, o que colabora para o aumento da pobreza e da miséria. No intuito de reverter esse quadro e de dar autonomia para os cidadãos enfrentarem a crise, governos estaduais administrados pelo PSDB trabalham para garantir ao povo brasileiro o direito ao trabalho.

O Paraná, estado governado pelo tucano Beto Richa, é um exemplo positivo de como contornar a recessão e proporcionar auxílio às famílias que se encontram em estado de vulnerabilidade.

O programa Família Paranaense atua desde 2012 em todos os municípios do estado e promove ações como transferência de renda e atendimento em saúde, educação, habitação, assistência social e trabalho.

A coordenadora estadual do programa, Letícia Reis, conta que o projeto acompanha as famílias em situação de pobreza fazendo um diagnóstico individualizado. Depois da classificação das famílias, o atendimento é realizado e o projeto estabelece a meta de melhorar, em dois anos, as condições de vida dos beneficiados.

“Um dos grandes eixos do Família Paranaense é o trabalho. Estamos trabalhando com a inclusão produtiva urbana e rural. No meio rural, nós instituímos aqui no Paraná, por meio de uma lei, um incentivo para os agricultores familiares de até R$ 3 mil. O objetivo é que eles possam incrementar a sua horta e os seus empreendimentos no campo pra autossustento e, desta forma, vender o excedente”, explicou a coordenadora.

Já no meio urbano, Letícia destacou que o programa oferece cursos de capacitação profissional. “A falta de qualificação é o principal motivo do desemprego aqui no estado. Estamos fazendo um trabalho de identificar as deficiências do mercado da região para alinhar com os cursos de capacitação e encaminhar as pessoas da melhor maneira possível para o mercado de trabalho”, disse.

Qualificação dos jovens
Estruturado pelo governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, em 2001, o programa Jovem Cidadão chega aos 16 anos no estado. O projeto trabalha na qualificação profissional e na manutenção do jovem na escola oferecendo gratuitamente cursos profissionalizantes e, desta forma, facilitando o acesso dos jovens ao primeiro emprego.

A titular da Secretaria Cidadã, Lêda Borges, é uma das responsáveis pela administração do projeto. Ela conta que a falta de experiência é apontada por vários empregadores como motivo da não contratação. Sabendo disso, o “Jovem Cidadão” encaminha os jovens para  as ofertas de trabalho, com a contrapartida da carteira assinada.

“Nós sabemos que a falta de emprego vem da crise, mas também vem da falta de capacitação e de experiência. Fazemos questão que todo emprego conseguido para esses jovens sejam com carteira assinada, para comprovar o início da experiência a profissional dele”, explica.

Lêda ressalta que, além da inserção no mercado de trabalho, o programa também tem cunho social e de orçamento familiar. “Os jovens têm suas ambições, mas também querem ajudar em casa. Muitas vezes o emprego conseguido pelo Jovem Cidadão é a única renda da família. Através da capacitação conseguida pelo projeto, ele passa a ter uma certa garantia de que não vai ficar desempregado por falta de qualificação”, concluiu.

(*) Do PSDB 

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