Combate à corrupção
Deputados tucanos a favor do impeachment, fazendo valer a vontade da maioria dos brasileiros
20 de Abril de 2016
A maioria dos brasileiros já deixou claro que deseja o impeachment de Dilma Rousseff e o fim da era PT no governo do país. Atentos a essa vontade, deputados tucanos disserram "sim" ao afastamento da presidente, na sessão histórica do dia 17 de abril. 
Em depoimentos ao Portal do ITV, os parlamentares falaram sobre o processo. Confira!

"Dilma desrespeitou a Constituição, o Congresso e Lei Fiscal. A presidente é uma criminosa contumaz e precisa ser afastada do cargo", afirma Bruno Covas (SP), membro da Comissão Especial do Impeachment.


Na avaliação do deputado Duarte Nogueira (SP), o impeachment é tão legítimo quanto as eleições. "Não há que se falar em golpe. A população deve continuar mostrando que deseja a saída de Dilma e a recuperação do país", diz.


"O Parlamento vai expressar o desejo da maioria da população e aprovar o impeachment", afirma Eduardo Barbosa (MG). "Esse governo usou de mentira e corrupção. A população deve continuar mobilizada pelo seu fim", completa.


Vamos continuar nas ruas mostrando que o Brasil não é do PT, é dos brasileiros. A operação Lava Jato deixou claro que esse partido e o governo só pensam em si e não cuidam do país", afirma Elizeu Dionízio (MS).


O deputado Izalci (DF) completa: "A mobilização da sociedade é fundamental para derrubar esse governo no plenário da Câmara. Pressionar os deputados a votar pelo impeachment é o caminho para recuperar o País."


"O caos em que esse governo nos colocou vai começar a terminar no próximo domingo", dispara João Paulo Papa (SP). "Dilma não reúne condições mínimas de governar, o PSDB vai votar pelo impedimento da presidente pelo bem do Brasil e do nosso futuro", afirma.


"A favor da Constituição e contra a impunidade, votarei pelo impeachment", garante Jutahy Magalhães (BA). Segundo ele, o governo petista rompeu com todos os padrões do interesse público. "O Brasil não aguenta mais".


O deputado Lobbe Neto (SP) defende que a classe política esteja unida por uma proposta desenvolvimentista. "E a população, majoritariamente contrária à continuidade do governo, deve cobrar dos parlamentares voto pró-impeachment".


"Nunca se viu no Brasil tanta corrupção e incompetência juntas. A presidente Dilma perdeu a condição de governar, a população não acredita mais nela", afirma Major Rocha (AC).


Para Marco Tebaldi (SC), o impeachment será por todos os brasileiros. "É preciso riscar o 13 da história do Brasil. O PT se instalou e tomou conta do Estado, roubando a sociedade", diz.


"A permanência do governo Dilma e do PT se tornou insuportável; o impeachment vai passar. O Brasil tem pressa e precisa de reformas e transformações profundas", afirma Marcus Pestana (MG).


Segundo Miguel Haddad (SP), a fraude eleitoral e a irresponsabilidade fiscal praticadas por Dilma justificam o impeachment. "O afastamento da presidente é subscrito pela maioria da população e os parlamentares devem acompanhar esse desejo da sociedade", afirma.


"Está chegando ao fim uma década de descontrole com os recursos públicos", diz Nelson Marchezan Jr (RS). Ele também pede que os eleitores ajudem a convencer os parlamentares de que o impeachment é importante para a mudança de rumos do país.


Para Nelson Padovani (PR), aprovar o impeachment e afastar Dilma Rousseff é essencial para recuperar o desenvolvimento do país. "Há plena convicção de que Dilma cometeu crimes de responsabilidade civil e fiscal."


"A bancada do PSDB vai votar integralmente a favor do impeachment. O povo brasileiro não aceita mais a mentira, a incompetência e a corrupção do governo Dilma. O impeachment será a redenção do Brasil", completa Nilson Pinto (PA)


O deputado Otávio Leite (RJ) avalia que orçamento paralelo é crime grave. "É preciso parar com essa brincadeira de dizer que não houve crime. Houve sim, e grave", diz ele, explicando ainda como ocorreram as "pedaladas" do governo com recursos da Caixa Econômica Federal.


"O impeachment será um choque político para revigorar o país", garante Paulo Abi-Ackel (MG), membro da Comissão Especial do Impeachment. "Os crimes de responsabilidade praticados por Dilma afetam a vida de todos os brasileiros", avalia.


Segundo Paulo Martins (PR), a sociedade compreende que Dilma cometeu crime e não tem mais como governar. "Impeachment é um remédio previsto na Constituição, mas o PT não assinou e não respeita a Lei Maior do país".


"Falta ética e compromisso ao governo Dilma", diz Raimundo Gomes de Matos (CE), reiterando o desejo de que o vice Michel Temer consiga retomar o desenvolvimento e recuperar a credibilidade do país.


Ricardo Tripoli (SP) afirma que "golpe foi o que o governo aplicou na população brasileira". Para o deputado, o impeachment de Dilma será essencial para o resgate da autoestima dos cidadãos e da confiança no país.


"Vivemos uma crise sem precedentes e Dilma está completamente fora da realidade. O PT nos mergulhou no maior escândalo de corrupção da história, somos motivo de chacota no mundo todo. Por isso, Dilma tem que sair", completa Rodrigo de Castro (MG).


Silvio Torres (SP) avalia que o processo de impeachment está na reta final e que a população deve continuar mobilizada. "As adesões ao afastamento de Dilma são resultado da consciência dos parlamentares e da pressão da opinião pública."


Para Vanderlei Macris (SP), a mudança está próxima e o PSDB estará presente nesta luta. "Os parlamentares precisam estar atentos ao desejo da maioria dos brasileiros, que é a saída de Dilma do governo", conclui.

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