Ciência e Inovação
Palestrantes de seminário do ITV sobre economia criativa respondem a perguntas do público
14 de Julho de 2016
O potencial da economia criativa em promover o desenvolvimento tanto de um país como de uma cidade ou uma região motivou o Instituto Teotônio Vilela a promover no dia 8 de julho o seminário "Repensando as Cidades - economia criativa como estratégia de crescimento", em São Paulo. E foi justamente essa capacidade de estimular novas atividades, criar empregos e gerar renda que motivou cerca de 300 pessoas a assistirem às palestras de quatro especialistas do assunto. O evento também teve a participação do presidente do ITV, senador José Aníbal, do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que destacaram o papel do poder público no incentivo às indústrias da economia criativa.
Parte das perguntas do público foi respondida nos próprios debates realizados ao longo do dia. Outras, em função do tempo, foram compiladas pela equipe do ITV, que sintetizou as dúvidas e procurou respondê-las nessas entrevistas com a economista e consultora Lídia Goldenstein, o gestor de projetos culturais de Barcelona Jordi Pardo, a professora da FGV Ana Carla Fonseca e o diretor executivo da Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aires), Guilherme Cavalcanti.
A maioria dos participantes - como a Annie Vissichio, pré-candidata do PSDB, o Magoo, presidente do PSDB em Barueri, e o Rubens Mandetta, da prefeitura de Campinas - queria saber como o poder público pode inovar na prestação de serviços aos cidadãos e na própria gestão. A Beatriz Scavazza, da Fundação Vanzolini, perguntou como envolver a população no diagnóstico dos problemas e na construção das soluções. De uma forma geral, os quatro palestrantes recomendam que os gestores busquem suas próprias fórmulas em vez de acreditar em "modelos prontos", e sempre procurem dispor do máximo de informações possível sobre sua cidade.
Assista aos vídeos e veja o que um gestor público ou um empreendedor privado podem fazer na economia criativa e, com isso, ajudar no desenvolvimento e na modernização do Brasil.


Lídia Goldenstein, economista, consultora em economia criativa e diretora da Fundação Bienal de São Paulo


Jordi Pardo, gestor de projetos culturais e consultor internacional especializado em desenvolvimento territorial, regeneração urbana e governança


Ana Carla Fonseca, administradora, economista, professora da FGV, pesquisadora de urbanismo e cultura e consultora


Guilherme Cavalcanti, economista, um dos idealizadores do Porto Digital e diretor da Agência Recife para Inovação e Estratégia (Aires)

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