Falta uma agenda microeconômica para impulsionar o crescimento
Pedro Luiz Passos
Pedro Luiz Passos
04 de Novembro de 2016

A exitosa tramitação da PEC do Teto na Câmara dos Deputados (e tudo indica que o mesmo ritmo se repetirá no Senado) demonstrou a capacidade de articulação parlamentar do governo, imprescindível para a continuidade do ajuste fiscal.


Desafio maior virá com a PEC da Previdência, que exigirá negociações mais profundas e amplas em razão do forte impacto que terá na sociedade.


Nesse caso, o governo tem a seu favor o consenso de que é urgente controlar o galopante deficit previdenciário, especialmente do setor público. Além disso, os sinais emitidos pelo Executivo mostram unidade de propósitos e determinação em resolver questões macroeconômicas, o que contribui para angariar apoio na sociedade.

Leia a ÍNTEGRA DO ARTIGO, publicado no jornal "Folha de S.Paulo" em 04/11/2016 

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