As eleições municipais serão um laboratório do Brasil pós-impeachment, por Marcus Pestana
Marcus Pestana
Marcus Pestana
15 de Agosto de 2016
Amanhã será dada a largada para as eleições municipais de 2016. E no dia 2 de outubro, elegeremos os novos prefeitos e vereadores. São 5.561 municípios brasileiros, sendo 853 em Minas Gerais.

Franco Montoro, ex-governador de São Paulo, um dos maiores líderes da redemocratização do Brasil e militante ativo das causas municipalistas, sempre lançava luzes para as novas gerações alertando: "Ninguém vive na União ou no Estado. As pessoas vivem é no município". Sabia ele que as esferas federal e estadual de poder são naturalmente mais distantes do dia a dia dos cidadãos e que a descentralização e a valorização dos municípios seriam o melhor caminho para o desenvolvimento de políticas públicas eficazes e sintonizadas com as realidades peculiares de cada comunidade.

Apesar de quase óbvia, a pregação de Montoro sempre esbarrou na concentração absurda dos recursos públicos na órbita do governo federal e na pesada presença da burocracia federal que, a partir de Brasília, insiste em gerar diretrizes gerais e programas uniformes para realidades tão díspares quanto os pampas gaúchos e a Amazônia, o sertão nordestino e o ABC paulista, o Jequitinhonha e o Triângulo mineiro.

O que haverá de novo nessa campanha que transforma eleições em verdadeiro laboratório e candidatos em autênticas cobaias?

Leia a ÍNTEGRA do artigo, publicado em 15 de agosto de 2016 pelo site Congresso em Foco

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