"A oposição precisa romper a inércia", por Arthur Virgílio Neto
16 de Fevereiro de 2016

O noticiário dos primeiros dias deste 2016 tem sido amargo com os brasileiros de responsabilidade, que exigem um Brasil melhor. Os fatos negativos se acumulam, como se 2015 ainda estivesse em curso. E não há ninguém, no governo ou na oposição, apontando caminhos para superar a crise econômica.


Eu quero debater. Chega do silêncio que castra e de debates estéreis, como o samba de uma nota só do impeachment. Gestos positivos precisam acontecer imediatamente, sobretudo para evitarmos a contaminação dos anos de 2017 e 2018. O Brasil precisa retomar o ciclo das reformas estruturais, como a da Previdência, a Tributária, a das leis trabalhistas e a administrativa.


É necessária a atualização do Sistema Financeiro Nacional, a começar pela autonomia, em lei, do Banco Central. A última reunião do Copom, que deixou clara a ingerência do Executivo sobre a autoridade monetária, escancara o quão urgente é se encetar esse passo civilizatório e de inegável eficácia econômica.


Leia ÍNTEGRA DO ARTIGO publicado no jornal "Folha de S.Paulo", em 16/02/2016


(*) prefeito de Manaus

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