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Dilma busca atalho para crescimento e põe País na recessão

Fonte: O Estado de S. Paulo
em 12 de Maio de 2016

“O transatlântico mudou de rumo.” Com essa frase, proferida há dez anos, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, inaugurava uma guinada na política econômica brasileira.


 


A receita clássica aplicada desde os anos 1990, um tripé que combinava regime de metas de inflação, câmbio flutuante e contas públicas no azul para controlar o endividamento público, começou aos poucos a ser trocada por outro modelo, baseado no crédito, nos juros baixos e no Estado como centro irradiador de estímulos para o crescimento econômico. Aquilo que, alguns anos depois, no governo de Dilma Rousseff, foi batizado de “nova matriz macroeconômica”.


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