31 de JAN. de 2014
Análises produzidas no ano de 2013 (Nº 102 ao Nº 112)
31 de Janeiro de 2014
(*) Clique nos títulos para ler as análises completas

Com a inflação não se brinca
(Nº 102 - janeiro/2013)
Síntese: O Brasil tem convivido perigosamente com a inflação. Em 2012, pelo terceiro ano consecutivo, os preços subiram acima da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional. Além de uma inflação alta, o crescimento da nossa economia tem sido baixo.

DNA tucano no avanço do IDH brasileiro
(Nº 103 - março/2013)
Síntese: Em seu mais recente Relatório de Desenvolvimento Humano, a ONU coloca o Brasil num grupo de nações cujos avanços se destacaram nos últimos anos. Mas o que a publicação traz de mais relevante é ressaltar que os anos em que o país teve crescimento mais acelerado na melhoria das condições de bem-estar, renda, saúde e educação coincidem com os do governo FHC. Nossa média de evolução era quase duas vezes superior à atual.

O flagelo da seca
(Nº 104 - abril/2013)
Síntese: A seca que atinge o Nordeste há dois anos é considerada a pior em várias décadas. Mais de 1,4 mil municípios e 22 milhões de pessoas foram afetadas, a safra agrícola caiu 22% e os rebanhos foram dizimados. Diante deste flagelo, a ação do poder público mostrou-se, até agora, impotente, insuficiente e incompetente.

Com Dilma, o Brasil parou
(Nº 105 - maio/2013)
Síntese: A divulgação do PIB do primeiro trimestre coroou uma safra de péssimas notícias na área econômica. Sob o comando de Dilma Rousseff, o Brasil tornou-se exemplo mundial do que não fazer. Nosso crescimento econômico será, novamente, um dos menores do continente; nossa inflação é mais que o dobro da dos países avançados; nossos juros sobem quando todo o resto do mundo os reduz. Experimentamos o resultado amargo de políticas equivocadas adotadas pela presidente.

PSDB: 25 anos a favor do Brasil
(Nº 106 - junho/2013)
Síntese: O PSDB está completando 25 anos de fundação. Nesta curta trajetória, o partido notabilizou-se por ter promovido as maiores transformações da história recente do país. A lista começa com a estabilização da economia, a partir do Plano Real, e chega à montagem da primeira rede de proteção social de âmbito federal. Na oposição ao governo petista, o PSDB continuou a atuar sempre em benefício dos brasileiros e a expandir sua influência em estados e municípios.

Desenvolvimento humano do país avança mais na Era FHC
(Nº 107 - julho/2013)
Síntese: O Brasil vem experimentando melhorias sucessivas ao longo dos últimos 20 anos. Nosso Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), recém-divulgado pelo Pnud, aumentou 47,5% entre 1991 e 2010. Com isso, o país passou a ser classificado como de “alto” desenvolvimento. No cotejo entre cada uma das duas décadas, verifica-se que o país avançou mais na época que coincide com o governo Fernando Henrique, com destaque para o desempenho dos indicadores de educação.

A saúde na UTI
(Nº 108 - agosto/2013)
Síntese: A saúde está no topo das preocupações dos brasileiros e é, ao mesmo tempo, a área de atuação em que o governo é mais mal avaliado. O setor tem enfrentado problema de subfinanciamento, com participação insuficiente das fontes públicas. A fatia da União nos gastos é declinante.

O desafio da competitividade
(Nº 109 - setembro/2013)
Síntese: O ranking divulgado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial colocou o Brasil em má situação: caímos oito posições em relação à lista de 2012. Mas o país saiu-se especialmente mal nos quesitos relativos à qualidade da infraestrutura viária: em todos estamos hoje pior do que estávamos em 2010. Os problemas se agravam porque os investimentos públicos não deslancham e o programa de concessões teve que ser todo revisto.

Um futuro melhor para o Bolsa Família
(Nº 110 - outubro/2013)
Síntese: O Bolsa Família está completando dez anos, mas a rede de proteção social estruturada no país existe há muito mais tempo. Hoje, 13,8 milhões de famílias recebem os benefícios, que este ano devem somar R$ 24 bilhões. O desafio de diminuir a desigualdade entre os brasileiros exige medidas mais ousadas. Neste sentido, iniciativas como a incorporação do programa à LOAS, conforme projeto de lei apresentado pelo PSDB, ajudarão a dar mais tranquilidade aos beneficiários e estabelecer um piso para novas conquistas sociais.

Investimentos pagam o pato do descontrole fiscal
(Nº 111 - novembro/2013)
Síntese: O Brasil vive uma séria crise de confiança. Um dos principais motivos para isso é o descontrole das contas públicas, postas em descrédito em razão do descompromisso da administração petista em honrar as metas fiscais. Com dificuldades crescentes e quase intransponíveis para alcançar o superávit previsto para este ano, a gestão Dilma passou a comprimir sem dó os investimentos públicos federais.

PAC mantém rotina de má execução
(Nº 112 - dezembro/2013)
Síntese: Em 2013, mais uma vez, o Programa de Aceleração do Crescimento exibiu desempenho pífio. Menos de um terço dos R$ 53 bilhões previstos no Orçamento Geral da União foram investidos.

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